Porque não refundar Passos Coelho?
Passos Coelho desafiou os parceiros sociais e nomeadamente o PS a participar na reforma do Estado Social. Uma reforma que, pela sua complexidade, delicadeza e melindre, deve obter o maior número possível de adesão, de acordo e de consenso. Contudo, mais uma vez o primeiro-ministro mostrou ser um desastre na condução dos processos de negociação ou então um manipulador, mal-intencionado e fingido.
Ninguém politicamente honesto, sério e responsável solicita solenemente um consenso alargado, o estudo de uma refundação do memorando de entendimento e, passados alguns momentos, o País fica a saber que Passos Coelho escreveu uma carta ao PS pedindo ajuda para cortar 4 mil milhões de euros e que o seu líder soube pelos jornais e através de um comentador, Marques Mendes, numa estação televisiva que, afinal, os técnicos do FMI já estão em Portugal a preparar os novos cortes. Contudo, o diligente e apressado Passos Coelho, durante o debate do Orçamento de Estado para 2013 na Assembleia da República, nada disse à Câmara.
Compreendemos que a coligação e os partidos que suportam o Governo não queiram assumir a paternidade deste orçamento. Um orçamento que em tudo piora o que já é mau e que propõe mais impostos e taxas fiscais, crescimento do desemprego, crescimento da insolvência das empresas e que vai buscar 80% das receitas aos nossos salários e pensões. Já não é admissível é que tenha tido a ousadia de piscar o olho ao PS e que o tenha desafiado a assumir os seus fracassos, o agastamento social e a teimosia das suas opções políticas. Isso já constitui, grande atrevimento e insolência.
A verdade é que já ninguém parece querer segurar este Governo. O ambiente geral está inquinado e é de permanente tensão. O Governo está com dificuldades em conviver com o partido de coligação, com a oposição e com a população e mesmo as figuras mais emblemáticas e comentadores que suportam este Governo todos afirmam a sua casmurrice, obstinação e falta de sensibilidade política e social.
Manuel Ferreira
Presidente da Comissão Política
Cara(o) Camarada
O sucesso de uma organização partidária assenta cada vez mais na troca e disponibilidade de informação.
Por isso, é importante esta aposta nas novas tecnologias e, em particular, na internet, como meio de aproximação e de participação. O trabalho em equipa e colaborativo é cada vez mais importante, porque evita a dispersão, une esforços e permite obter melhores resultados.
Assim, com a criação deste sitio na internet, o PS Lamego pretende disponibilizar um espaço aberto a todos os militantes e simpatizantes, para que possam ter acesso a todas as informações provenientes do exercício do trabalho partidário.
O que se deseja é que os militantes e simpatizantes possam acompanhar com regularidade a vida interna do partido para, assim, estarem mais esclarecidos acerca das acções que vão sendo desenvolvidas.
Deste modo, os militantes poderão exercer com mais consciência e de forma mais activa a sua militância, aumentar a sua motivação e grau de comprometimento com os princípios, causas e valores do PS, mas também com as solicitações e desafios a nível nacional e local.
Quero mobilizar todos para a criação de um projecto de alternativa credível no âmbito da política autárquica. Mostrar que o PS está preparado para ajudar Lamego, acreditar na esperança de uma forma de fazer política melhor do que a realizada nestes últimos oito anos pela coligação do PSD e CDS-PP.
Apelamos à participação de todos com as suas propostas.
O Presidente da CP
Manuel António Rebelo Ferreira
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