Mudar de caminho
O FMI, a Comissão Europeia e o Governo erraram em toda a linha nas previsões que efectuaram sobre a execução orçamental e sobre o choque que as medidas de austeridade poderiam ter na economia.
A verdade é que a realidade não bate certo com os cálculos que foram anunciados. O Governo foi demasiado optimista e teimoso. Uma estimativa, é certo, está sempre sujeita a erros, porém, este erro não é ligeiro. É um erro grosseiro, que leva para o dobro os números previstos. O Governo esperava gastar 4,7 com os subsídios de desemprego e acabou por gastar mais 33%; esperava amealhar mais 2,2% em receitas com o IVA, e está a receber menos 4%.
O saldo da administração central passou do número positivo de 79,3 milhões de euros, para um défice de 172,4 milhões em relação ao mês homólogo do ano passado e as contas de 2012 foram revistas com um agravamento de 100 milhões de euros.
Face à evidência destes números, é caso para perguntar: o que andou a fazer o Governo? Chegou o momento de o Governo manifestar honestidade intelectual e credibilidade na análise destes resultados. E desde logo a honestidade de ser humilde e reconhecer que a ideia de primeiro controlar o défice e depois crescer não resultou. A estratégia política adoptada foi errada. Foram seguidas medidas de correcção da crise, de forte contenção orçamental, que só a agravaram. O desemprego aumentou, a procura interna e as receitas fiscais diminuíram, o investimento parou e a recuperação económica do país ficou adiada.
É o descrédito total das previsões e da acção do Governo e das entidades europeias que se associaram a esta receita de austeridade.
Agora, resta ao Governo seguir aquilo que muitas vozes já clamavam. Solicitar mais um ano para levar o défice para os índices desejáveis e três anos para os cortes de 4 mil milhões de euros nas despesas sociais do Estado e, do lado da economia, propor medidas exequíveis e realistas para o arranque económico.
Manuel António Rebelo Ferreira
Presidente da Comissão Política do PS
Cara(o) Camarada
O sucesso de uma organização partidária assenta cada vez mais na troca e disponibilidade de informação.
Por isso, é importante esta aposta nas novas tecnologias e, em particular, na internet, como meio de aproximação e de participação. O trabalho em equipa e colaborativo é cada vez mais importante, porque evita a dispersão, une esforços e permite obter melhores resultados.
Assim, com a criação deste sitio na internet, o PS Lamego pretende disponibilizar um espaço aberto a todos os militantes e simpatizantes, para que possam ter acesso a todas as informações provenientes do exercício do trabalho partidário.
O que se deseja é que os militantes e simpatizantes possam acompanhar com regularidade a vida interna do partido para, assim, estarem mais esclarecidos acerca das acções que vão sendo desenvolvidas.
Deste modo, os militantes poderão exercer com mais consciência e de forma mais activa a sua militância, aumentar a sua motivação e grau de comprometimento com os princípios, causas e valores do PS, mas também com as solicitações e desafios a nível nacional e local.
Quero mobilizar todos para a criação de um projecto de alternativa credível no âmbito da política autárquica. Mostrar que o PS está preparado para ajudar Lamego, acreditar na esperança de uma forma de fazer política melhor do que a realizada nestes últimos oito anos pela coligação do PSD e CDS-PP.
Apelamos à participação de todos com as suas propostas.
O Presidente da CP
Manuel António Rebelo Ferreira
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